segunda-feira, 14 de julho de 2008

ficou ali, estatica


-finalmente!-gritou a mãe ao notar que ela acordava- o que ouve, filha?
Ela não respondeu. ficou ali, estatica olhando para a fotografia em cima da comoda.
Foram doze minutos de silencio total, que para a mãe, nervosa, pareciam uma eternidade.

Ela levantou.

Levantou, entrou no banheiro e se trancou. poucos, talvez uns 3 ou 4 minutos depois dava para ouvir o barulho do chuveiro se ligando.
A mãe, ainda sentada na beira da cama, agora já mais calma continuava sem entender nada. o que acontecera com a filha para ter chego daquele jeito na noite anterior, e por que nao lhe falara nada?
Resolveu esperar que a filha saísse do banho para conversar-lhe, então levantou e foi para a cozinha.

Eram quatro da tarde, a menina nao comera nada desde a noite anterior. devia estar faminta.
Mas ao sair do banho ela só queria dormir.

Dormir e esquecer tudo que tinha visto, tudo aquilo que ne o porre homérico de vodka com qualquer coisa da noite anterior apagara.
E foi exatamente o que fez, abraçou bem forte o Pipoca, seu ursinho, virou-se, de conchinha e com os olhos cheios de lagrimas adormeceu.

Ela teve um sonho estranho, e ao acordar decidio. Não iria sofrer mais, não mesmo.


pipipipi, pipipipi
O despertador tocou. Já é hora de ir pro colégio.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

caderno

não,


literalmente não.


essa merda de virtualidade!

é, não é pra mim mesmo... sempre acabo me cansando e voltando pro olho no olho, pro caderninho escondido de baixo da cama, aquele que de madrugada, quando o sono (ao contrario das duvidas, certezas, incertezas e saudades) nao vem, ai então eu escrevo tudo que vem a mente.



aah, o amigo caderninho! tem aquele tambem, que está sempre na bolsa, pra desesperos momentaneos (aqueles que surgem ao ver um casal de 'leves conhecidos' onde o rapaz, lindo rapaz é aquele carinha da balada da semana passada, aquele mesmo que voce deu o fora, sorte dele arranjou uma incrivel namorada.) ou por conta da saudade, medo, sono.
bom, seja lá o motivo é fato.



o caderninho vai sempre estar lá.





SEMPRE